Entre o
que se vive
Olhar para além do sintoma.
Compreender o que se vive.
Um acompanhamento clínico atento à experiência singular de cada pessoa.
Nem sempre aquilo que sentimos é fácil de compreender.
Às vezes, o sofrimento aparece no corpo.
Às vezes, em uma relação.
Às vezes, como uma sensação persistente de que alguma coisa não está bem.
E nem sempre aquilo que aparece conta toda a história.
Como trabalho
Antes de encontrar respostas, precisamos olhar.
Meu trabalho parte de uma escuta atenta e investigativa.
Não se trata de encontrar uma explicação rápida para aquilo que você sente, mas de construir, ao longo do processo, uma compreensão mais ampla da sua experiência.
- 01
Observar
Como você chega, o que diz, o que não diz e a maneira como cada experiência se apresenta.
- 02
Perguntar
Sobre a rotina, as relações, quando algo começou, o que melhora e o que piora.
- 03
Investigar
Sem atropelar a fala e sem interpretar tudo rapidamente.
- 04
Compreender
Como corpo, emoções, relações e história se atravessam na sua experiência.
- 05
Construir possibilidades
Novas formas de lidar com o que se vive, construídas em conjunto.
Territórios da experiência
O que podemos olhar
Existe sempre mais na experiência do que aquilo que aparece à primeira vista.
-
Ansiedade, sobrecarga, mudanças, crises e momentos em que viver começa a ficar mais difícil.
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Dores, sintomas físicos, mudanças no corpo e a maneira como cada pessoa vive sua relação com o próprio corpo.
-
Os impactos emocionais e relacionais que podem surgir diante de processos de adoecimento.
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Experiências que continuam atravessando a maneira como uma pessoa se relaciona consigo, com o outro e com a vida.
-
Perdas, mudanças e processos de adaptação que transformam a maneira de viver.
-
Conflitos, limites, escolhas, padrões relacionais e formas de se colocar no mundo.
Sobre
Sou Gabriela Moreira, psicóloga clínica.
Minha trajetória na Psicologia foi construída entre a clínica e a experiência de acompanhar pessoas em diferentes contextos de sofrimento e adoecimento.
Minha prática é fundamentada na Gestalt-Terapia e em uma formação contínua voltada à compreensão da experiência humana, do corpo e dos processos de transformação.
No encontro clínico, procuro compreender antes de explicar.
Observar o que é dito, mas também a maneira como cada experiência se apresenta.
Meu trabalho parte da singularidade de cada pessoa e da construção conjunta de possibilidades ao longo do processo terapêutico.
Ver trajetória no LinkedInManifesto
Entre o que se vive
Nem tudo aquilo que sentimos consegue ser explicado de imediato.
Às vezes, aparece como ansiedade. Como dor. Como cansaço. Como uma mudança no corpo. Como algo que simplesmente não parece fazer sentido.
Aquilo que aparece nem sempre conta toda a história.
Observar. Perguntar. Escutar. Investigar.
Por isso, meu trabalho começa pelo olhar. Sem respostas prontas e sem reduzir uma pessoa ao que ela sente.
Porque compreender uma experiência exige tempo, presença e disponibilidade para olhar também para aquilo que ainda não conseguimos nomear.
Acredito em uma psicoterapia que considera a singularidade de cada pessoa e a maneira como corpo, emoções, relações e história se atravessam.
Olhar para além do sintoma.
Compreender o que se vive.
Psicoterapia é um processo.
Um espaço de acompanhamento construído a partir daquilo que você vive, do que deseja compreender e das questões que surgem ao longo do caminho.
Não existe uma fórmula pronta.
O processo é construído em conjunto.
Quero saber mais sobre a psicoterapiaInformações
Antes de começar
Salvador · BA
Av. Anita Garibaldi, 1815, Federação
Por vídeo, para qualquer lugar do mundo.
Como funciona a psicoterapia?
É um processo de acompanhamento individual, construído a partir daquilo que você traz. Nos primeiros encontros, o foco é compreender o que está acontecendo: o que trouxe você, desde quando, em que contexto e como isso tem sido vivido.
A partir daí, o processo segue no seu tempo, sem fórmulas prontas e sem promessas de soluções rápidas.
Por que algumas perguntas parecem não ter relação com o que me trouxe?
Porque aquilo que aparece nem sempre conta toda a história. Perguntar sobre a rotina, o trabalho, as relações ou o período em que algo começou ajuda a compreender a experiência como um todo, e não apenas o sintoma.
A psicoterapia substitui o acompanhamento médico?
Não. Sintomas físicos precisam ser investigados adequadamente por profissionais de saúde. A psicoterapia não parte do princípio de que todo sintoma é emocional; ela olha para a maneira como cada pessoa vive o próprio corpo, o próprio adoecimento e aquilo que atravessa essa experiência.
A terapia online funciona?
Sim. As sessões por vídeo mantêm a mesma escuta e o mesmo cuidado do atendimento presencial e podem ser uma boa alternativa para quem vive em outra cidade, em outro país ou tem uma rotina que dificulta o deslocamento.
Como agendar a primeira conversa?
Pelo WhatsApp ou por e-mail. Na primeira troca de mensagens, combinamos o formato (presencial ou online), os horários disponíveis e as demais informações do atendimento.
Entre o que se vive
Olhar para além do sintoma.
Compreender o que se vive.
Se você sente que existe algo em sua experiência que precisa ser olhado com mais atenção, podemos conversar.
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- @gabrielamoreirapsi